A fraude de identidade mudou radicalmente.
Por décadas, a confiança digital se baseou em senhas, documentos e verificações estáticas de identidade. Se um rosto correspondia a um documento de identificação, as organizações podiam seguir em frente com confiança.
Esse modelo já não se aplica.
Os deepfakes agora permitem fraudes de identidade em escala, desde contas falsas até invasões de contas e ataques sofisticados de personificação. De acordo com a Deloitte, as perdas com fraudes viabilizadas por IA generativa podem chegar a US$ 40 bilhões anualmente nos EUA até 2027.
Esta não é apenas uma nova tática de ataque.
É uma mudança estrutural na forma como a fraude de identidade é criada e ampliada.
E isso exige uma nova forma de avaliar as tecnologias de defesa.
Sem a estrutura de avaliação adequada, as organizações correm o risco de escolher soluções criadas para as ameaças do passado.
O que este guia oferece
Aproveite esta estrutura executiva prática, projetada para ajudar os líderes a avaliar as tecnologias de defesa contra deepfakes com clareza e confiança.
No interior, você aprenderá como:
✔ Distinguir entre matching facial e verdadeira detecção de liveness
✔ Avaliar abordagens de liveness passivas versus ativas
✔ Avaliar viés, imparcialidade e desempenho demográfico
✔ Determinar a escalabilidade em ambientes globais e de alto volume
✔ Entender com que rapidez uma solução pode se adaptar a técnicas emergentes de deepfake
✔ Alinhar decisões de assurance de identidade com receita, compliance e estratégia de marca
Se sua organização estiver analisando recursos de defesa contra deepfakes nos próximos 6 a 12 meses, essa estrutura deve fazer parte dessa conversa.
Deepfakes evoluindo rapidamente. Seu processo de avaliação também deve evoluir.
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